
Sobre o modo "cinematográfico" como busco viver minha vida:
Uma única vida
Um único trabalho
Um único lugar onde morar
Um único semblante
Dia após dia a minha mente
E o meu modo inconstante
Me pedem por mais de um instante
Que eu me faça diferente
Então as linhas que traço
No livro dos meus dias
Podem me levar ao longe
Por mais que eu fique onde estou
Assim dividido
Entre o racional e o imaginativo
Meus pés pisam o solo
Enquanto minhas mãos podem tocar as nuvens
Vivo como se estivesse sonhando
Sonho como se estivesse brincando
E a realidade alicerçada em cartas de baralho
Desaba e joga as suas limitações ao chão
Eu sou como um personagem
De um filme de espionagem
Que foi salvo de uma emboscada
Ao ver um Salvador Dali
Eu sou como um guitarrista
Que conheceu a filha de um florista
Ela tornou-se a sua namorada
Eles fugiram daqui
Eu sou como um contador de histórias
Que narrando suas próprias memórias
Acredita que mesmo diante da concretude da razão
É possível ser feliz para sempre
belas palavras...um poema...muito bom de se ler...
ResponderExcluirOlá João!
ResponderExcluirGostaria de agradecer sua visitinha gentil ao meu blog.
=)
E então comentar sobre sua ultima postagem: Achei muito bonitinho o seu poema.. Isso sem falar na imagem que vc escolheu para ilustrá-la. Não sei, mas essas figuras antigas me causam uma espécie de deja vu é estranho mas sei lá.. me causam uma sensação de nostalgia esquisita.
Adorei a parte que vc diz "Dia após dia a minha mente
E o meu modo inconstante
Me pedem por mais de um instante
Que eu me faça diferente".
Gostei do seu poema.. gostoso de ler.